Sábado, 30 de Agosto de 2008
Só Visto 441 - Preso por ter muitas mulheres

As autoridades na província de Jizan, na Arábia Saudita, estão a investigar um agente da polícia religiosa saudita acusado de ter seis esposas, quando a lei só permite quatro. Segundo o jornal saudita al-Watan, o homem de 56 anos foi preso na província de Jizan, perto da fronteira com o Iémen. O jornal afirma que três das esposas são sauditas e as outras três iémenitas. O homem negou as acusações e explicou que se divorciou de duas delas e é casado apenas com as quatro permitidas por lei. Segundo a lei islâmica, as quatro esposas devem ser tratadas de forma igual pelo marido.

Divórcio prejudica mais as mulheres

Os integrantes da polícia religiosa da Arábia Saudita podem impor a severa interpretação do Islão na Arábia Saudita, principalmente no que diz respeito ao relacionamento entre os sexos. Em Junho, o Ministério Saudita de Assuntos Sociais apresentou a proposta de tornar obrigatório um curso para noivos. O curso visa diminuir o crescente número de divórcios entre os casais, principalmente entre os mais jovens. Especialistas afirmam que o divórcio prejudica mais a mulher, pois é muito difícil para uma saudita conseguir um segundo casamento.



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Só Visto 440 - Casas de banho para transexuais

A Escola Secundária de Kampang, no Nordeste da Tailândia, é contra todo o tipo de discriminações e por isso mandou construir uma casa de banho especialmente para transexuais. De acordo com estudos, entre 10 a 20 por cento de rapazes gostariam de mudar de sexo pelo que o novo WC, que se situa entre a casa de banho das raparigas e dos rapazes, tem como objectivo não discriminar nenhum aluno, docente ou funcionário. As instalações sanitárias estão assinaladas com um boneco que é metade rapariga e metade rapaz. A rapariga surge em tons de vermelho e o rapaz em tons de azul.



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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Só Visto 439 - Empresário de Viana quer ser Camelo

Um empresário de Santa Marta de Portuzelo, em Viana do Castelo, está prestes a conseguir, aos 65 anos, concretizar um sonho que acalenta há décadas: ser chamado de Camelo, refere a agência Lusa. «Neste momento, só falta a assinatura do ministro da Justiça para ser um Camelo a sério, de pleno direito», disse António Martins da Rocha. O empresário não escondeu a ansiedade que sente «por ver chegar o dia em que poderá, finalmente, acrescentar no seu bilhete de identidade o nome daquele animal». «Todos me conhecem por Camelo mas só agora, aos 65 anos, é que me vou transformar num Camelo de verdade», graceja António, sublinhando que, quando isso acontecer, vai festejar «como se do seu baptizado se tratasse». António Martins da Rocha nasceu a 15 de Fevereiro de 1943, mas os pais foram «terminantemente proibidos» por um padre amigo da família de o registar como Camelo, que era o último apelido da mãe.

António Martins quer «uma grande família de camelos»

«No dia em que eu nasci, o padre deu ordens expressas ao meu pai para não me pôr Camelo no apelido. Disse que era preciso acabar com a raça dos Camelos. E o meu pai cumpriu, porque nesse tempo os padres tinham muito poder», afirma. No entanto, já conseguiu «meter» o apelido nos nomes das duas netas e confessa que os próprios filhos estarão também dispostos a seguir-lhe as pisadas, para reconstruir assim «uma grande família de Camelos» em Santa Marta de Portuzelo. O fascínio de António Rocha pelo apelido é de tal forma forte que, quando abriu uma unidade de restauração, há 25 anos, não hesitou «nem um segundo» na escolha do nome: Restaurante Camelo. Mais tarde, e sem quaisquer pressões do clero, António Rocha acabou por cometer "um erro crasso", ao não dar o apelido de Camelo aos seus dois filhos.«Aí sim, aí é que eu fui um grande Camelo», salienta.

O apelido tem «a vantagem» de transformar um insulto numa saudação

«O meu maior orgulho é quando os meus clientes soltam um 'ah, grande Camelo', no final de uma refeição. É sinal de que ficaram a gostar», refere. O apelido sempre pode dar azo a momentos de algum humor, como aconteceu um dia em Braga, com um tio de António Rocha, que tem Camelo no nome. «Ele ia a conduzir e fez uma grande asneira, e de um carro ao lado chamaram-lhe camelo. Ele virou-se para mim e disse-me: Estás a ver? Até em Braga me conhecem», contou, com humor. Para António Rocha, este apelido, tem «a vantagem» de transformar um insulto numa saudação. «Já ando nisto há mais de quatro meses, com papéis e mais papéis, mas para ser um verdadeiro Camelo estou disposto a tudo. O processo vai ficar-me por uns 40 contos [200 euros], mas nem que fossem 400 eu avançava na mesma. Quero ser Camelo e tenho a certeza que o vou ser aos 65 anos», rematou.



publicado por Master Roshi às 01:37
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Só Visto 438 - Britânica processou chefe por piropos e ganhou

Uma britânica ganhou 44 mil euros depois de processar o chefe por ter dito que seus seios eram grandes demais. A ex-agente imobiliária Julie-Ann Reed, de 27 anos, disse ter sido humilhada repetidas vezes por Gerald Probert, que implicava com o tamanho de seus seios, refere o site globo.com. Julie-Ann Reed disse que Probert lhe sugeriu «trocar de roupa ou mudar o tamanho dos seios» e, em certa ocasião, disse que sua blusa «estava ligeiramente aberta entre os dois botões». O advogado de Reed, Terry Falcão, disse que a cliente começou a ganhar menos nos últimos meses do ano passado e não chegou a receber seu salário no Natal.

Humilhação provocou crise de auto-estima e depressão

«Quando ela reclamou, seu chefe disse que seu namorado deveria pagar suas contas e a demitiu da agência imobiliária», contou Falcão. A desavença foi parar ao tribunal do Trabalho de Exeter, no sul da Inglaterra, que há duas semanas deferiu a favor de Julie-Ann. Gerald Probert foi condenado a pagar 44 mil euros por discriminação sexual, demissão injusta e salários não pagos. Ao deixar o tribunal, Reed comemorou a sentença e diz ter sido muito afectada pela humilhação que sofreu. «Tive uma crise de auto-estima e sofri de depressão», conta ela. A britânica conseguiu um novo emprego numa revista local de Exeter e diz ter recuperado a autoconfiança.



publicado por Master Roshi às 01:35
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Só Visto 437 - Fetiche por objectos leva mulher a casar com a Torre Eifel

Erika La Tour Eiffel, de 37 anos, que foi soldado em São Francisco, já teve outros casos amorosos com objectos, mas acabou por dar o nó com a Torre Eifel. O seu primeiro amor foi com um arco, objecto que a ajudou a ser profissional de primeira classe da modalidade. Tem uma «paixoneta» pelo Muro de Berlim e afirma ter uma relação física com um pedaço de uma vedação que tem no quarto. Mas apesar de ter «relações» com vários objectos a americana jurou amor à imponente Torre Eiffel numa cerimónia íntima com alguns amigos. Erika mudou legalmente o seu nome para oficializar o compromisso. Existem cerca de 40 pessoas em todo o mundo que se declararam comprometidas oficialmente com objectos, todas elas mulheres e algumas que sofrem da síndrome de Asperger, uma espécie de autismo que evita o contacto social. A primeira mulher que estabeleceu uma ligação com um objecto foi Eija-Riita Berliner-Mauer, uma mulher de 54 anos que esteve «casada» com o Muro de Berlim durante 29 anos.

Durante a infância tinha sido molestada pelo meio-irmão

Antes de voltar para Paris durante o primeiro aniversário do casamento, La Tour Eiffel foi visitar o Muro de Berlim. «Eu não compreendo como é que alguma pessoas conseguem trazer uma criança ao mundo - objecto - e não se apaixonar por ele», afirmou. Durante a infância Erika afirma ter sido molestada pelo meio-irmão e depois abandonada em diversos lares de acolhimento mas apesar de concordar que esses factores possam ter influenciado o seu comportamento não mudaria o que é hoje. Jerry Brooker, de Nova Iorque, um psicólogo afirma que as mulheres que têm relações com objectos têm «necessidade de controlar». «Alguém que se apaixona por um objecto pode controlar a relação nos seus próprios termos», afirmou. «Os objectos não as vão desiludir. Este facto torna-se extremamente atraente para uma pessoa que está desesperadamente sozinha».



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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008
Só Visto 436 - Casou com a noiva que já tinha morrido em 2004

Um pintor francês de 68 anos, Jean-Louis Ronzier, casou este sábado a título póstumo com a companheira com quem viveu mais de uma década, mas que tinha falecido em 2004, com 52 anos. Para conseguir casar a título póstumo foi necessário obter uma autorização especial do presidente francês, Sarkozy, que, segundo o Código Civil francês pode permitir um casamento póstumo «por motivos graves», se um dos futuros esposos falecer depois de cumprir as formalidades oficiais que provem, sem qualquer dúvida, o seu consentimento. Ronzier e a sua companheira, Martine Cazenave, não puderam consumar o casamento porque ela adoeceu e morreu dois meses antes da data marcada para o enlace.



publicado por Master Roshi às 13:48
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Domingo, 24 de Agosto de 2008
Só Visto 435 - Chamaram-lhe «Talula faz o hula do Hawai»

Um juiz da Nova Zelândia decidiu retirar a custódia de uma menina aos seus pais porque estes lhe deram o seguinte nome: «Talula faz o hula do Hawai» (»Talula does the Hula in Hawaii»). Sendo as agências internacionais, o considerou que este nome expunha a menina ao ridículo. A criança, que tinha vergonha de dizer o seu nome e normalmente dizia chamar-se «K», já tinha pedido ao juiz para lhe mudarem o nome. Depois de ter retirado a custódia da menina aos pais, atribuiu-lhe, então, outro nome, embora não tenha sido tornado público para proteger a sua privacidade. Segundo o juiz, a mãe não pensou na situação complicada que iria colocar a filha e actuou com pouca sensatez. Mas o caso de «Talula faz o hula do Hawai» não é único.O juiz está indignado com os nomes que dão às crianças, nomeadamente «Fish and Chips» (peixe com batatas fritas), ou a marca de tabaco «Benson and Hedges», ou ainda o nome de paragens de autocarro como «Number 16 Bus Shelter».



publicado por Master Roshi às 12:48
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Sábado, 23 de Agosto de 2008
Só Visto 434 - «Amor» à pátria pode dar prisão

O Governo do Peru pede até quatro anos de prisão para uma bailarina que posou nua montada num cavalo sobe a bandeira do Peru, acto que escandalizou o país a poucos dias da celebração das Festas da Pátria, refere o site 20minutos.es. O ministro da Defesa, Antero Flores, disse quarta-feira, que apresentará uma denúncia penal contra a bailarina conhecida como Leysi Suárez, por «ultrajar» os símbolos da pátria. Numa entrevista à rádio local RPP, o ministro Flores disse que «a violação dos símbolos da pátria está tipificado como delito no Código Penal» e é punido com uma pena que pode ascender aos quatro anos de prisão. Mas a bailarina que é também cantora de um grupo local «Alma bella», parece não arrepender-se e já avisou que pode vir a publicar novas fotos com a bandeira peruana. «Não tenho medo porque não cometi delito nenhum. Amo o Peru e demonstro-o com o meu corpo e com a minha alma», referiu Suárez.



publicado por Master Roshi às 16:59
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
Só Visto 433 - Homem joga às «caçadinhas» na auto-estrada

A ousadia de um australiano correu mal quando tentou brincar às «caçadinhas» com carros numa auto-estrada usando só a sua roupa interior. O folião de 18 anos ficou seriamente ferido quando foi atingido por um carro na auto-estrada a sul da cidade de Melbourne nas primeiras horas de quarta-feira, afirmou a polícia local em comunicado.

Condutor e passageiro do veículo saíram ilesos

«A polícia está surpreendida com a estupidez do homem que decidiu brincar no meio da auto-estrada de Tullamarine», explicava no comunicado. «Foi uma sorte ninguém ter morrido. Mas é inacreditável como alguém consegue pôr em perigo a sua própria segurança pessoal e a dos outros» O condutor e o passageiro do carro saíram ilesos apesar do veículo ter ficado danificado.



publicado por Master Roshi às 18:22
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008
Só Visto 432 - Japonês constrói restaurante em cima de árvore

Ter uma casinha no alto de uma árvore e morar nela é o sonho de muitas crianças, mas em Okinawa, no Japão, esse sonho tornou-se realidade. Mas as casinhas de criança deram lugar a outro tipo de «brinquedo» mais sério, um restaurante. Ao norte do aeroporto de Okinawa, na estrada 58, o restaurante parece encaixar-se com perfeição no topo do que restou do tronco e dos galhos mais baixos de uma descomunal árvore em plena cidade. O restaurante fica a pouco mais de 6 metros de altura do chão, mas é necessário subir uma escada para conseguir comer uma refeição. O cardápio inclui pratos da cozinha japonesa, tailandesa, coreana, chinesa e indiana. O grande problema é mesmo a estreita escada em espiral que os clientes têm que subir para chegar até ele. Os que sobrevivem ao suplício contam que o lugar é quieto e elegante, e tem uma linda vista para o mar.



publicado por Master Roshi às 20:19
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